sexta-feira, 24 de abril de 2015

Estas palavras podiam ser minhas: E critiquem-me por defender Salazar! Critiquem à vontade!


Liberdade e Democracia
Se eu gosto de poder votar? Gosto muito! Se eu gosto de poder escolher a minha profissão? Gosto muito! Se eu gosto de poder sair do país sem ter de pedir consentimento ao marido? Gosto muito! Se eu gosto de andar na rua sozinha seja a que horas for? Gosto muito! O que eu não gosto é das pessoas hoje em dia virem apregoar a liberdade de expressão e a democracia e depois não suportarem uma opinião diferente e virem com insultos e indignações. Porque afinal a liberdade é de todos e a minha acaba onde começa a vossa. Da mesma forma que a vossa acaba onde começa a minha! E critiquem-me por defender Salazar! Critiquem à vontade! Mas antes, façam-me um favor e vão ler um bocadinho sobre ele e não se baseiem apenas naquilo que ouvem. Por acaso sabiam que foi por causa do Salazar que o nosso país não se esmerdou na 2ª Grande Guerra? Por acaso sabiam que foi o Salazar que nos tirou da crise depois do estado em que os Republicanos deixaram o nosso país com a queda da Monarquia? Sabem porque é que o Salazar fechou as nossas fronteiras? Para dar oportunidade aos nossos agricultores, aos nossos pescadores, aos nossos industriais de terem trabalho e de venderem! Não é como agora que se compra tudo fora! Até as amêndoas do Algarve! Se ele exagerou? Claro que sim! Deveria ter parado numa determinada altura e fez mal em não o fazer. Se exagerou em algumas leis que publicou? Claro que sim! Há muita coisa que ele podia ter mudado logo na altura! Mas sabem que é que construiu as escolas todas e os hospitais deste país para que os iletrados todos pudessem ir à escola e para que as pessoas tivessem acesso à saúde? Pois é... Foi o ditador nazi e assassino.... Esse mesmo! E há outra coisa que muita gente também não sabe ou não se lembra... O Salazar já nem sequer era vivo em 1974... Só um detalhe! Se eu sou contra o 25 de Abril? Sou contra a forma como foi feito! Acham mesmo que a revolução foi pacífica? Acham mesmo que se tratou de uns militares a cantarolar pelas ruas com cravos espetados nas espingardas? Pois... Ninguém se lembra dos comunas que entraram pelas casas das pessoas dentro! Porque para os comunas, ter-se dinheiro era ser-se fascista, nazi e corrupto! As pessoas com dinheiro não podiam ser honestas e trabalhadoras... Ninguém se lembra das famílias inteiras que foram explusas das suas próprias casas e obrigadas a sair do país com uma mão à frente e outra atrás... Que ficaram sem as casas, sem as propriedades, sem os recheios, sem nada! Porque o comuna achava que quem tinha a mais tinha de dividir pelo povo! Sim! É uma bela forma de pensar... Os comunas de hoje em dia que se ponham a dividir o que têm pelo povo! Aposto que há por aí muita bibenda e muito mercedes nas mãos de comunas prontos para dividir com os camaradas... E metade dos comunas soubessem que o comunismo é ateu, deixavam de ser comunistas em três tempos! Da mesma forma que eu respeito quem está a festejar o dia de hoje com cravos na lapela, têm de me respeitar a mim e a toda a gente seja qual for a opinião! Porque não temos todos a mesma religião, nem cor política! Porque não gostamos todos de amarelo, nem de favas, nem de praia! E se tanto gostam da liberdade em todas as suas formas, não elevem as coisas à anarquia! Respeitem a diferença, da mesma forma que ela vos respeita a vocês!

Via : Este Blogue precisa de um nome
Escrito pela Kiki no Família de 3 e 1/2

quarta-feira, 22 de abril de 2015

InstaMoments






Taylor Swift Most Fashionable Looks Ever.










































PENSAMENTO DO DIA


O pensamento é muito mais poderoso do que a gente imagina. Por isso, ao invés de sentir raiva e mandar essa energia ruim pra alguém, procure reciclar seu sentimento, ver o lado bom das coisas, ter pensamentos saudáveis e mandar só coisas bonitas para os outros. Ninguém disse que é tarefa fácil, mas é possível fazer um esforço e tentar, afinal, a gente deve lembrar que ninguém é perfeito, todo mundo erra e tem direito a uma nova chance.

Clarissa Corrêa

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