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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Today's Mood: ♥ London on my mind !!!

Londres!!!
Esta é uma viagem que sempre quis fazer ,mas que por várias razões foi sempre adiada, até agora!!!
Finalmente vou a Londres!!!
A viagem está marcada e em Outubro vou finalmente conhecer a capital britânica, tenho a certeza que vou adorar , não paro de pensar nas compras maravilhosas que vou fazer. Quero saber tudo, quero muitas dicas e sugestões sobre os lugares que não posso deixar de visitar (para alem dos locais de visita obrigatória como o Buckigham Palace,Trafalgar Square ou o Hyde Park) e claro das vossas experiências em Londres!
Conte-me tudo, não me escondam nada!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Today's Mood...

Not knowing is the WORST feeling in the world, or maybe sometimes it's better to stay in the dark. Because in the dark there may be fear, but there is also hope.

Não saber é o pior sentimento do mundo, no entanto talvez às vezes o melhor é ficar no escuro. Porque, no escuro, pode haver medo, mas também há esperança.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Today's Mood {Estas palavras podiam ser minhas}



O Anónimo Infeliz By A Pipoca Mais Doce
- O anónimo infeliz é uma espécie que se desenvolveu nos primórdios da blogosfera. Tem uma enorme capacidade reprodutiva mas, felizmente, um tempo de vida limitado (ainda assim, há conhecimento de uns casos mais duradouros do que outros);

- O anónimo infeliz não tem vida própria. Alimenta-se da vida dos outros e isso parece chegar-lhe;

- O anónimo infeliz é masoquista. Todos os dias, várias vezes por dia, lê e comenta blogs que diz serem uma merda. Diz que o faz por ter o direito de ler o que bem lhe apetecer. O anónimo infeliz é, obviamente, burro e não sabe dar uso à liberdade que tem. Mesmo quando se enfada e diz que não volta mais, bastam cinco minutos para reincidir no crime. E assim continua, muitas vezes durante meses;

- O anónimo infeliz liga o computador e diz "ora deixa lá ver com o que é que eu me vou enervar hoje";

- O anónimo infeliz é um ser preocupado e altruísta. Preocupa-se com o dinheiro que os outros gastam (revela uma curiosidade obsessiva com o valor dos salários alheios), com as viagens que os outros fazem, com os sapatos que os outros compram, com o sucesso que os outros têm, com os filmes que os outros vêem, com a casa onde os outros moram, com o carro que os outros conduzem, com os quilos que os outros têm, com tudo e mais alguma coisa. Infelizmente, só não se preocupa com a sua vidinha;

- O anónimo infeliz tem problemas de interpretação, possivelmente fruto de conhecimentos insuficientes na área da língua portuguesa. É raro perceber o que está escrito e arranja sempre maneira de distorcer tudo de um jeito que lhe é bastante conveniente;

- Quando, em comentários, se tenta explicar alguma coisa ao anónimo infeliz, ele argumenta sempre com alguma coisa que não tem rigorosamente nada a ver, ignorando deliberadamente o que se acabou de lhe explicar e tornando a troca de opiniões absolutamente exasperante;

- O anónimo infeliz nasceu para ser do contra. Mesmo que leia uma coisa básica como "o céu é azul", vai sempre arranjar 350 teorias para provar que não é assim e que lá no sítio onde ele habita o céu é cor de burro quando foge;

- O anónimo infeliz diz não perder tempo em blogs que não gosta, mas facilmente consegue estabelecer relações entre posts e argumentar com um "mas como é que agora dizes isso se a 23 de Janeiro de 2005 disseste o contrário?". O anónimo infeliz conhece-nos melhor do que a nossa própria mãe;

- As desculpas mais usadas pelo anónimo infeliz são:
  - Só cá vim porque já tinha lido TODOS os blogs de que gosto;
  - Só cá vim para confirmar se isto continua horrível;
  - Só cá vim porque, entre as minhas longas leituras de Fyodor Mikhaylovich Dostoyevsky ou enquanto desenvolvo um projecto para acabar com a fome em África, gosto de desanuviar com futilidades;
- Só cá vim confirmar se isto é tão mau como me tinham dito;

- O anónimo infeliz é raivoso e pode até morder (se para isso houvesse oportunidade). É incapaz de manifestar desacordo de modo cordial e civilizado (normal, vá), tendo sempre de recorrer ao insulto para fazer valer a sua opinião (geralmente, com um "tu deves ser mas é estúpida/atrasada mental/idiota". Às vezes anima-se e sai-se com um "és uma puta/cabra/vaca/porca");

- O anónimo infeliz esfrega as mãozinhas de alegria de cada vez que se prepara para deixar mais um comentário descerebrado, como quem diz "com este é que eu te vou tramar". E mesmo sabendo que tem como destino o lixo virtual, gosta sempre de dizer "eu sei que não vais publicar, mas ao menos ficas a saber o que eu acho de ti" (a frase pode ou não acabar com um "sua puta"). Como se tivesse alguma espécie de interesse.

 - O anónimo infeliz fica ainda mais infeliz quando seus comentários são banidos, deixando novos comentários a queixar-se que é um atentado à liberdade de expressão, que o autor do blog exerce censura, e que é uma vergonha. Regra geral, remata com um muito adulto "dói ouvir as verdades, não é?".

- O anónimo infeliz é cobarde e poucochinho e, por isso, mesmo, nada há a temer.  Vive do outro lado do ecrã e acredita piamente que está completamente protegido e impune no seu anonimato. Até ao dia.

- O anónimo infeliz tem uma capacidade criativa bastante alargada e consegue inventar teorias da conspiração altamente rebuscadas (e que só fazem sentido na sua cabecita). O anónimo infeliz deita-se e acorda a pensar nisso, troca mails sobre o assunto com outros anónimos infelizes, debate o tema em blogs de ódio, o que não deixa de ser reconfortante e fofinho;

- O anónimo infeliz sofre de uma patologia chamada "invejite aguda". Por isso, cada conquista ou sucesso alheios são uma facada no coração;

- O anónimo infeliz gosta de minimizar os feitos alheios com um "grande coisa, isso também eu fazia". Ainda assim, e até hoje, não há registo de nenhum acto de proactividade por parte do anónimo infeliz, que prefere ficar a lamentar o seu infortúnio e a rogar pragas a todos os que se mexem e fazem pela vida;

- Por outro lado, temos o anónimo infeliz que aproveita todas as oportunidades de que dispõe para anunciar ao mundo que tem um carro melhor, uma casa melhor e um emprego onde ganha sete vezes mais do que o comum dos mortais, acreditando meeeeesmo a sério que isso faz de si melhor pessoa;

- O anónimo infeliz é prodigioso no que toca a inventar desculpas para as conquistas alheias. Se alguém tem e ele não, só pode ser porque:
a) Arranjou um marido rico;
b) Dormiu com o chefe;
c) Tem pais abastados;
d) Assaltou  um banco;
e) Tem cunhas do tamanho do continente africano;
f) Nas horas livres dedica-se à prostituição;

- O anónimo infeliz não percebe que, a cada nova visita e a cada novo comentário, está a contribuir para o sucesso alheio. O tal de que tanto desdenha e acha incompreensível. Penso já ter sido referido que o anónimo infeliz não prima pela inteligência;

- O anónimo infeliz sofre de múltipla personalidade e gosta de fazer passar-se por várias pessoas ao mesmo tempo, assinando com vários nomes (que em nada revelam a sua identidade). Pode ser apenas esquizofrenia ou a tal burrice supra citada;

- O anónimo infeliz apelida os leitores do blog de "carneirada", acusa-os de não terem opinião própria ou de terem pouca escolaridade (em oposição aos seus oito a dez doutoramentos tirados em Oxford). Ainda assim, todos os dias se junta à dita carneirada e continua a balir alegremente;

- O anónimo infeliz é um ser ultra-sensível. Comichoso. Picuinhas. Coca-bichinhos. É por isso que não tolera nenhuma piada mais irónica,  sente-se ofendido com tudo e consegue encontrar resquícios de preconceito em todo o lado;

- O anónimo infeliz tem ZERO sentido de humor;

- O anónimo infeliz, qual barata, tem tendência a transformar-se numa praga. Se conhece alguém que possa padecer desta calamidade, reencaminhe este texto rapidamente. E sinta-se à vontade para contribuir com novos itens que possam ajudar a definir um anónimo infeliz. Quanto melhor os conhecermos, mais facilmente os exterminamos. À falta de insecticida específico, basta ir carregando no delete de cada vez que eles se assomam;

- O problema do anónimo não é ser anónimo. É só ser parvo e pobre de espírito. E contra isso não há nada a fazer.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Today's Mood...


Das desilusões :
Quando eu era mais miúda e tinha desgostos amorosos (pronto, e já não tão miúda assim), lamentava profundamente não ter saído ao meu pai. Ao longo da vida, foram várias as vezes que eu o vi desligar-se completamente de pessoas que, de uma maneira ou de outra, não tinham sido correctas, que o tinham desiludido ou que lhe tinham falhado. E nessas coisas ele é implacável: corta o contacto e é como se a pessoa em causa nunca tivesse existido. E mesmo que, mais tarde, até pudesse voltar a haver uma aproximação, as coisas nunca mais eram as mesmas. E eu sempre tive pena de não ser assim. Dei por mim a perdoar coisas imperdoáveis, a namorados, ex-namorados, amigos, colegas, família, e a ser sempre a totó de serviço. Quantas e quantas e quantas vezes não engoli o orgulho, não dei o braço (e o corpo todo) a torcer, não arranjei desculpas para as idiotices alheias, não relevei coisas que me tinham magoado à séria. A verdade é que sempre odiei chatices, sempre odiei estar chateada com as pessoas, sempre odiei aqueles climas de não falar e fingir que os outros não existem. É desconfortável, por isso sempre preferi passar a mão no pêlo, dar o primeiro passo e fazer de conta que, afinal, não tinha importância nenhuma. No secundário a minha melhor amiga roubou-me o namorado e fiquei sentada ao lado dela, todos os dias, em todas as aulas, sem trocarmos uma palavra. E, claro, fui eu que lhe liguei ao fim de dois meses a dizer que tínhamos de voltar a ser amigas. E ainda hoje somos, apesar de eu achar que alguma coisa se estragou ali irremediavelmente.
Até que depois crescemos. Claro que quando crescemos, ou achamos que sim, regra geral já é tarde. Já fizemos todas as asneiras e mais algumas, já relevámos uma data de coisas daquelas que dizíamos "nunca na vida que eu perdoaria uma coisa destas", já fomos, uma vez mais, idiotas. E depois olha-se para trás e a pergunta "mas para que é foi aquilo tudo?" é inevitável. Eu tenho uma teoria de vida que, até agora, não tem falhado. Toda, mas mesmo toda a gente nos desilude um dia. Mãe, pai, irmãos, namorados, maridos, melhores amigos, é escolher. Porque todos, mas mesmo todos, vão falhar. Às vezes não tem grande importância, outras vezes tem e é completamente impossível voltar a olhar para as pessoas da mesma forma. E o melhor que termos a fazer é estarmos preparados para isso. Não vale a pena viver na obsessão de estar sempre a pensar de onde virá a próxima facada nas costas, mas cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém. É isso e manter sempre as expectativas relativamente moderadas, seja em relação a quem for. Porque quando se acredita que alguém nunca será capaz de nos desiludir, geralmente a pancada é maior.
As pessoas desiludem-nos. De propósito, sem se darem conta, porque não têm capacidade para perceber os seus actos, porque são parvas, infantis, inconsequentes, levianas, egoístas, seja lá o que for. E nessa altura faz-se a triagem. Perdoa-se quem merece ser perdoado, expulsa-se das nossas vidas quem não interessa, quem não é um valor acrescentado, quem não está lá a fazer nada, quem não merece (porque é disso que se trata, merecer) a nossa amizade, o nosso amor, ou o nosso respeito. Acho que ao longo da vida se vai percebendo que não temos tempo de qualidade para dedicar a toda a gente que gostaríamos, por isso é uma parvoíce gastá-lo com quem não interessa. As pessoas são falíveis, e eu sei que também já desiludi algumas pessoas. Aliás, passo a vida a achar que o estou a fazer e a tentar remediá-lo o melhor que sei e posso. Mas também acho que estou mais intolerante. Ou mais esperta. E tenho a certeza que se alguém me falhar de forma incontornável, ganha um bilhetinho de saída para fora da minha vida. Sem regresso possível. Já não acho que tudo é admissível, que tudo é desculpável, que toda a gente é bem intencionada mas que, de quando em vez, tem um lapso, um descuido. Não é verdade. Para tudo na vida há sempre aquele segundo em que se pode optar. Sempre, sempre, sempre. Por mais que digam que não. Opta-se entre ir para a direita ou para a esquerda, entre comer carne ou peixe, entre fazer ou não alguma coisa que vai ter consequências, causar estragos, magoar alguém. Nada é ao acaso, por muito que dê jeito pensar que sim. Lamentavelmente, as pessoas não são todas boas. E, lamentavelmente também, há gente intrinsecamente parva que nos rodeia, que diz e faz parvoíces indesculpáveis, que o máximo que merece de nós é indiferença. Ou pena.
É raro o dia em que não recebo um ou outro mail, ou que não sei de uma história de alguém que tem o mundo virado do avesso por causa de outro alguém, e tenho pensado nisto. Nisto e na efemeridade da vida. Se calhar estou a ficar esotérica (medo), se calhar é da proximidade dos 30, o certo é que ando mais pensativa. E mais alerta. E se se pensa que alguém não tem lugar na nossa vida, provavelmente não é só uma dúvida. É uma verdade. E uma perda de tempo.
In : Pipoca Mais Doce