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terça-feira, 17 de outubro de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
domingo, 28 de maio de 2017
terça-feira, 9 de maio de 2017
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o que importa, no final, é ser feliz; tudo o resto são pormenores da ficha técnica no final do filme (e, apesar de serem lá enumerados todos os elementos importantes e essenciais a todo o filme, no final não será disso que te irás/se irão lembrar).
As preocupações fazem rugas, as chatices fazem brancas - o tempo que passamos junto de quem nos faz feliz é o elixir da juventude que nos dará mais anos de vida.
terça-feira, 11 de abril de 2017
domingo, 13 de novembro de 2016
sábado, 12 de novembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
Tenho saudades dos bons velhos tempos onde as pessoas não ficavam ofendidas com tudo e mais alguma coisa.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
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Nem sempre eu sei pedir desculpas. É que tenho um lado orgulhoso que me enreda e me deixa meio atrapalhada. Nem sempre sei dizer as coisas certas. É que às vezes fico paralisada e com medo de colocar tudo a perder. Logo eu, que gosto tanto de ganhar. Nem sempre sei ser adulta. É que, como eu já disse, não sei perder. Quero tudo para agora, pois daqui a cinco minutos não sei para onde a vida vai nos levar. E isso me assusta.
Clarissa Corrêa
terça-feira, 15 de julho de 2014
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Frequentemente, tenho a sensação de que a vida das outras pessoas é tão simples e que só a minha que é complicada. Tenho andado meio infeliz ultimamente. Sei que até parece pecado dizer isso perto de tanta gente quase morrendo e passando necessidade. Sei que tem muita gente que não tem onde morar, o que comer, o que vestir. Sei que muitos não têm emprego, família, amor. Sei que muita gente tem doença terminal ou algum transtorno grave. Sei de tudo isso, mas desculpa, preciso falar a verdade: ando meio infeliz. Às vezes tenho a impressão de que sempre tenho que estar bem disposta, ser legal, amiga, gente boa. Não tenho o direito de ter problemas, estar de cabeça quente ou cheia ou simplesmente de estar assim, meio infeliz da vida. Com licença, estou infeliz. Estou mesmo. Não sei dizer o motivo, são algumas frustrações, algumas coisas muito minhas, algumas mágoas que não consigo colocar para fora, porque eu sou assim, escrevo, escrevo e escrevo, mas na hora de abrir a boca pra falar nem sempre sai. Tem coisa que guardo, tranco lá dentro e jogo a chave fora. Preciso me sacudir e fazer a coisa toda sair, mas nem sempre dá, então fico nessa vibe meio infeliz de tudo, infeliz com tudo, infeliz pra sempre. Até o dia que deixar de ser. Até o dia que conseguir falar, me expressar, fazer sair. Preciso de um laxante para as emoções.
Nunca sei direito se a vida me fez assim, as situações fizeram com que eu me tornasse assim, não sei, não sei. A última e única coisa que lembro é de sentir. Eu sinto o sentir. Sei que parece papo de louco, mas é verdade, é real, sinto demais. A realidade me consome. Mas me consome e-xa-ge-ra-da-men-te.
A vida maltrata quem sente demais. Quem sente demais acaba sofrendo mais que a maioria das pessoas. Tudo importa, tudo é exagerado, tudo é sentido de corpo e alma. Alma, principalmente.(...)Não acho que eu seja a pessoa mais sincera do planeta. Eu minto de vez em quando. Tenho inveja. Tenho defeitões. Mas eu sempre agi de acordo com meu coração, meu instinto, meu amor pelas coisas. A gente precisa ter amor pelas coisas. E raiva também, pois nem só de amor e sinceridade se vive.
A raiva serve para a gente colocar pra fora o que está desajeitado no peito. Porque de vez em quando tudo vira zona, bagunça. Precisamos arrumar, colocar ordem no nosso galinheiro. Não é fácil nem rápido, mas é necessário.
Por ser assim, sinto dores que não são minhas, tomo dores que são dos outros. Mas esse é meu jeito.(...) E não acredito que vá mudar. Mas quer saber um segredo? Nem quero. Antes ser assim do que passar pela vida só vivendo um dia depois do outro. Se é pra viver, que seja de forma intensa.
Por Clarissa Corrêa
terça-feira, 8 de julho de 2014
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Fernanda Young
domingo, 8 de junho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
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