Mostrar mensagens com a etiqueta Clarissa Corrêa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Clarissa Corrêa. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
Preciso da solidão
Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão. Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo. Não entendo como tem gente que não abre a janela em dias nublados. Eu adoro janelas abertas, esteja um dia lindo de sol ou um carregamento de nuvens cinzas. Tenho que sentir o ar que vem lá de fora, seja ele qual for. Com seu gosto, cheiro, textura. Falo algumas coisas esquisitas como essa, por exemplo, ar com textura. Conheço cores que ninguém conhece, vejo alguns filmes que grande parte da população acha tosco. Não gosto de deixar as coisas pela metade, mas já deixei...
Clarissa Corrêa
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Nunca gostei de desistir
Eu gosto muito da vida, mas em alguns dias parece que ela vale mais a pena do que em outros. Não sei dizer direito como é esse sentimento, mas é uma paz interna tão grande, uma sensação inexplicável de tudo-que-eu-fizer-vai-dar-certo. Uma certeza absurda de que demora-mas-acontece. Nunca gostei de desistir, apesar de já ter trocado meu caminho algumas vezes. Mas essa troca de caminho, na minha visão, é uma prova de que a gente muda o roteiro, a viagem, a avenida e os planos pra chegar na não desistência. Estranho pra você? Talvez eu diga mesmo coisas estranhas e que não fazem o menor sentido para quem lê. Talvez não. A gente não precisa seguir um script, dá pra improvisar falas e cenas. E foi o que fiz. Isso prova que a gente não desiste, apenas muda a maneira de conduzir as coisas.
Clarissa Corrêa
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Nem faço muita questão que as pessoas me conheçam a fundo. Tem gente que não merece o nosso coração aberto.
Certas pessoas não precisam conhecer nossa alma. Porque elas nem vão saber o que fazer com tanta informação. Tem gente ruim no mundo, já me convenci disso. Espero que você entenda isso também. E que não sofra tanto ao constatar que nem todo mundo quer o seu bem. Algumas pessoas sentem prazer em perturbar os outros. O que ganham em troca? Não sei. E nem quero descobrir.
Clarissa Corrêa
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão.
Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo. Não entendo como tem gente que não abre a janela em dias nublados. Eu adoro janelas abertas, esteja um dia lindo de sol ou um carregamento de nuvens cinzas. Tenho que sentir o ar que vem lá de fora, seja ele qual for. Com seu gosto, cheiro, textura. Falo algumas coisas esquisitas como essa, por exemplo, ar com textura. Conheço cores que ninguém conhece, vejo alguns filmes que grande parte da população acha tosco. Não gosto de deixar as coisas pela metade, mas já deixei…
Clarissa Corrêa
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Que a gente saiba apreciar as pequenas vitórias. E não esqueça que o pensamento é a chave do bem-estar.
Que a gente cuide da saúde e da alma.
E gaste energia somente no que faz bem.
Que a gente fique de olhos e ouvidos abertos.
E não se deixe levar por fofoca ou intriga.
Que a gente passe a se preocupar com o que tem fundamento.
E deixe para lá o que não acrescenta ou faz bem.
Que a gente entenda que o silêncio é de ouro.
E que nem sempre o que sai da nossa boca é bem interpretado ou visto.
Que a gente comece a cuidar mais da própria vida.
E exercite um pouco aquele egoísmo saudável.
Que a gente vá até onde a força permitir.
E perceba que sempre resta um pouquinho de força.
Que a gente ame sem pedir em troca.
E perceba o quanto isso é reconfortante.
Que a gente tenha mais paciência.
E perdoe os erros.
Que a gente obedeça o coração.
E não esqueça que é preciso manter pelo menos um pé no chão.
Que a gente ache o caminho.
E que se perca de vez em quando.
Que a gente mantenha um sorriso na boca.
E não esmoreça quando a vida fechar uma porta.
Que a gente entenda que não dá para abraçar o mundo.
Mas dá para abraçar algumas pessoas e fazer a diferença.
Clarissa Corrêa
sábado, 4 de novembro de 2017
Nem sempre sei pedir desculpas.
É que tenho um lado orgulhoso que me enreda e me deixa meio atrapalhada. Nem sempre sei dizer as coisas certas. É que às vezes fico paralisada e com medo de colocar tudo a perder. Logo eu, que gosto tanto de ganhar. Nem sempre sei ser adulta. É que, como eu já disse, não sei perder. Quero tudo para agora, pois daqui a cinco minutos não sei para onde a vida vai nos levar. E isso me assusta.
Sei que nem tudo pode ser do meu jeito, mas insisto em não aceitar as coisas. É claro que existem muitas formas certas, mas sempre acho que a minha é melhor e isso me desgasta. Deveria aceitar as pessoas como elas são, mas sempre espero demais, tenho expectativas, tenho aquela esperança boba de que algo mude com meu toque mágico. Mas não tiro coelho da cartola, pois nem cartola tenho.
Preciso parar de querer que tudo seja como eu quero. Frase estranha, eu sei. Mas vivo querendo que tudo seja como eu imaginei e as situações muitas vezes me dão rasteira, me estatelo no chão e fico sem saber o que fazer com meus pedaços feridos.
sábado, 29 de abril de 2017
Não dá pra ser feliz o tempo inteirinho, mas dá pra tentar ver o lado bom de cada coisa que acontece.
Nada, absolutamente nada acontece de graça e por acaso nas nossas vidas. Quando a coisa fica meio cinza costumo pensar nisso, aí tudo fica colorido novamente.
Clarissa Corrêa
terça-feira, 21 de março de 2017
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Nunca soube me expressar direito, talvez eu tenha algum problema emocional.
Não, não, perdoe a minha falha e a falta de consciência: eu tenho, sim, um problema emocional. Não sei lidar com frustração, não sei falar o que sinto, não sei expressar minha raiva, não sei mostrar minha alegria, não sei escancarar a minha dor, não sei demonstrar meu descontentamento com maturidade.
Só sei gritar, chorar, perder a razão, perder a voz, perder o controle, perder o chão. Apesar disso, confesso bem baixinho: não sei perder. Não sei me comportar. E não sei se sei crescer. Entende isso? Crescer é difícil, estraçalha a gente por dentro. E é complicado sorrir com a alma em frangalhos.
Às vezes, algum sentimento sem nome me paralisa. Frequentemente, algo me invade e grita "vai". Mas não vou, tenho medo. Tenho medo de ir, de ficar, de tirar a máscara, de me revelar. Tenho medo que você não goste daquelas coisas que a gente vive tentando esconder. Tenho medo de não me reconhecer ao tirar aquele véu invisível que a gente usa para se proteger. Tenho medo de jogar minha arma no lixo. Tenho medo de descobrir os meus próprios lixos. Tenho medo de ter algo mais podre que uma lixeira que transborda.
Talvez isso tudo soe bobo para você. Mas eu sei que sou bem boba quase sempre. Eu e meus medos tolos. Medo de trovão, de lagartixa, de dentista, de fazer exame de sangue, de que a energia acabe, de que o escuro me invada. Medo de quando o avião vai pousar, de que algo ruim aconteça, de turbulência no ar. Medo de não segurar a lágrima, de ser obrigada a trancar o riso, de procurar e nunca achar. Medo de andar em círculos, de não saber fazer a coisa certa, de não existir a coisa certa neste mundo tão incerto. Medo de que a alegria acabe e que a tristeza dure um tempo maior do que posso aguentar. Medo de perder a esperança, de não conseguir enxergar a famosa luz no fim do túnel, de cair do precipício, de me perder no meio da multidão. Medo da cara feia, do sentimento estragado, da falta de caráter e da promessa quebrada. Medo de derreter, de congelar, de empacar. Medo de que o medo não passe.
Não sei se o ser humano é assim, esquisito e medroso. Mas eu sou. E agora, neste momento, sem jeito, sem rumo e sem receio, te digo: não sei o que esperar. E a dúvida, essa sem vergonha, é o que me mata.
Clarissa Corrêa
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
A gente complica demais a vida com as pequenas preocupações.
A preocupação gera ansiedade, a ansiedade gera sofrimento, o sofrimento gera sentimento ruim e negativo, o sentimento ruim e negativo gera dor, a dor gera lágrima, a lágrima gera melancolia, a melancolia gera tristeza, a tristeza gera solidão, a solidão gera ferida, a ferida gera cicatriz, a cicatriz gera mágoa, a mágoa gera um buraco escuro dentro da alma. É um ciclo sem fim e só quem pode cortá-lo é você mesmo.
Ninguém disse que é fácil romper ciclos e fazer mudanças definitivas. O processo é longo, o trabalho é árduo e muitas vezes doloroso. Você está condicionado a agir de uma determinada forma durante um determinado tempo. Não é simples pegar uma tesoura e cortar todos os males e medos pela raiz. Se assim fosse os divãs não estariam sendo disputados a tapa.
Temos que aprender que a vida é para ser simples e boa. Sem tanto rancor, sem tanta revolta, sem tanta disputa. Há muito para conhecer, há tanto para aprender, há inúmeras formas de trocar um pensamento ruim por um bom. Quando algo que você não quer surgir na sua mente modifique na hora esse pensamento. Não dê corda, trela ou faça sala para ele, senão você sabe: ele chama toda a família para passar uma temporada na sua cabeça. E ninguém precisa conviver com um time de antipáticos fazendo farra, falando alto e tirando o seu sossego.
Só porque uma coisa não aconteceu da forma que você queria não quer dizer que ela não seja positiva e traga bons ensinamentos. A gente aprende com tudo que acontece, por mais que agora você acredite que esse perrengue todo é terrível, que você está sofrendo por demais, que sua vida está um lixo. Espere, respire, inspire, transpire, faça uma imersão nessa loucura, nesse desgaste, nessa dor, nessa onda forte. Depois você vai olhar para trás e perceber que sobreviveu, saiu mais forte, é valente, corajoso, tem fibra, garra e é capaz de superar qualquer dificuldade.
Nada é tão difícil quanto se apresenta num primeiro momento. E tudo, tudo tem um jeito. Mas entenda: nem sempre é o seu jeito. A gente vai se adaptando ao que a vida nos apresenta. Só que a escolha sempre será minha, sua ou nossa. Isso ninguém nos tira.
Clarissa Corrêa
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Só que eu não vou.
Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Então tá certo. Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Agora não. Não sou de ferro.
Clarissa Corrêa
terça-feira, 23 de agosto de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
❤
A gente complica demais a vida com as pequenas preocupações. A preocupação gera ansiedade, a ansiedade gera sofrimento, o sofrimento gera sentimento ruim e negativo, o sentimento ruim e negativo gera dor, a dor gera lágrima, a lágrima gera melancolia, a melancolia gera tristeza, a tristeza gera solidão, a solidão gera ferida, a ferida gera cicatriz, a cicatriz gera mágoa, a mágoa gera um buraco escuro dentro da alma. É um ciclo sem fim e só quem pode cortá-lo é você mesmo.
Ninguém disse que é fácil romper ciclos e fazer mudanças definitivas. O processo é longo, o trabalho é árduo e muitas vezes doloroso. Você está condicionado a agir de uma determinada forma durante um determinado tempo. Não é simples pegar uma tesoura e cortar todos os males e medos pela raiz. Se assim fosse os divãs não estariam sendo disputados a tapa.
Temos que aprender que a vida é para ser simples e boa. Sem tanto rancor, sem tanta revolta, sem tanta disputa. Há muito para conhecer, há tanto para aprender, há inúmeras formas de trocar um pensamento ruim por um bom. Quando algo que você não quer surgir na sua mente modifique na hora esse pensamento. Não dê corda, trela ou faça sala para ele, senão você sabe: ele chama toda a família para passar uma temporada na sua cabeça. E ninguém precisa conviver com um time de antipáticos fazendo farra, falando alto e tirando o seu sossego.
Só porque uma coisa não aconteceu da forma que você queria não quer dizer que ela não seja positiva e traga bons ensinamentos. A gente aprende com tudo que acontece, por mais que agora você acredite que esse perrengue todo é terrível, que você está sofrendo por demais, que sua vida está um lixo. Espere, respire, inspire, transpire, faça uma imersão nessa loucura, nesse desgaste, nessa dor, nessa onda forte. Depois você vai olhar para trás e perceber que sobreviveu, saiu mais forte, é valente, corajoso, tem fibra, garra e é capaz de superar qualquer dificuldade.
Nada é tão difícil quanto se apresenta num primeiro momento. E tudo, tudo tem um jeito. Mas entenda: nem sempre é o seu jeito. A gente vai se adaptando ao que a vida nos apresenta. Só que a escolha sempre será minha, sua ou nossa. Isso ninguém nos tira.
Por Clarissa Corrêa
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Você tem todo o direito de não gostar de mim.
Pode me achar chata, pode me achar feia, pode não ir com a minha cara(...). Eu respeito a sua opinião, mas quero que você me respeite também.
Não gosto de todo mundo. Tem gente que não simpatizo. E essa gente nem me fez nada. Não sou falsa, por isso não fico forçando sorrisos, mas trato com educação e respeito. É por isso que espero o mesmo: não sou grosseira com você, não seja grosseiro comigo. E assim a gente vive bem e fica cada um na sua sem nada em comum.
Clarissa Corrêa
sexta-feira, 17 de junho de 2016
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
De vez em quando fico triste do nada, com motivo ou sem motivo. De vez em quando fico feliz do nada, com razão ou sem razão. É assim, às vezes dá vontade de sair pulando, distribuindo beijinho, dando abraços e, em outras, dá vontade de mandar todo mundo pra muito, muito longe.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Nem sempre eu sei pedir desculpas.
É que tenho um lado orgulhoso que me enreda e me deixa meio atrapalhada. Nem sempre sei dizer as coisas certas. É que às vezes fico paralisada e com medo de colocar tudo a perder. Logo eu, que gosto tanto de ganhar. Nem sempre sei ser adulta. É que, como eu já disse, não sei perder. Quero tudo para agora, pois daqui a cinco minutos não sei para onde a vida vai nos levar. E isso me assusta.
Sei que nem tudo pode ser do meu jeito, mas insisto em não aceitar as coisas. É claro que existem muitas formas certas, mas sempre acho que a minha é melhor e isso me desgasta. Deveria aceitar as pessoas como elas são, mas sempre espero demais, tenho expectativas, tenho aquela esperança boba de que algo mude com meu toque mágico. Mas não tiro coelho da cartola, pois nem cartola tenho.
Preciso parar de querer que tudo seja como eu quero. Frase estranha, eu sei. Mas vivo querendo que tudo seja como eu imaginei e as situações muitas vezes me dão rasteira, me estatelo no chão e fico sem saber o que fazer com meus pedaços feridos.
FIND { FOLLOW } ME
My Other Blog :The Olivia Palermo Lookbook
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Ando cansada...
Por Clarissa Corrêa
FIND { FOLLOW } ME
My Other Blog :The Olivia Palermo Lookbook
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















